Selecione as criptomoedas, defina a alocação, escolha o cenário de mercado (bull, base ou bear) e receba uma análise completa com projeção de patrimônio, staking acumulado e comparativo entre cenários.
Criptomoedas podem multiplicar — ou derreter — em pouco tempo. Por isso, simular uma carteira cripto serve menos para "adivinhar o preço" e mais para dimensionar risco: quanto do seu patrimônio está exposto e como diferentes cenários (alta, queda ou lateralização) afetariam o total.
Entre investidores experientes, o consenso é manter cripto como uma posição satélite — algo entre 1% e 10% da carteira total. Dentro dessa fatia, Bitcoin e Ethereum costumam formar o núcleo, com altcoins ocupando uma parte menor e mais arriscada. Definir essa proporção antes de comprar evita decisões emocionais na euforia ou no pânico.
O preço do Bitcoin já caiu mais de 70% em ciclos passados e se recuperou em outros — movimentos ligados, em parte, ao halving. Quem simula cenários de queda se prepara emocionalmente para a oscilação. Para entender os fundamentos, leia os guias sobre o que é blockchain e o halving do Bitcoin, e acompanhe as cotações na página de Criptomoedas.
| Ativo | Alocação | Capital inicial | Retorno Est. | Staking Est. | Valor Final Est. | Cenário |
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